Produzindo meu próprio papel
- Lina Lobo
- 2 de set. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 2 de out. de 2020

Por causa da quarentena muita gente tem feito coisas que nunca se viram fazendo antes, nos deixar trancados em casa nos vai pensar na infinidade de coisas que poderíamos testar pra ocupar a cabeça (se você não está jogado no sofá, o que seria completamente compreensível).
Eu, particularmente, passei por várias fases durante a quarentena:
Fase1- Negação: "Dá pra acreditar, trancados em casa por 40 dias?"
Fase 2 - Ansiedade: "Quando essas crianças voltam pra escola? Será que voltam as aulas antes de julho?"
Fase 3 - Conformismo: "Já que vou ficar em casa até julho de 2021 é melhor fazer todos os cursos ead que posso pagar..."
Tem aqueles que compraram máquinas para pães caseiros, tem os que querem mudar sua rotina de saúde; eu resolvi fazer meu próprio papel. Durante a minha fase de ansiedade da quarentena precisei me afastar das redes, todo esse excesso de estímulo só me deixava mais ansiosa.

Acredito numa arte acessível e democrática, e nada mais acessível do que papéis velhos. Longe das redes, foi ótimo ter um momento de ócio criativo como a muito tempo se não tinha, apesar da rotina enlouquecida; depois de alguns vídeos no you tube mais tarde estava pronta (ou achei que estava).
Nada contra a playlist de tutoriais (aliás ela é ótima inclusive: https://bit.ly/3iRj6FX ),mas parecia ser mais fácil do que realmente é, porém fiquei verdadeiramente satisfeita com o resultado, a ideia era fazer uma releitura do quadro Origem do Mundo, do Gustavo Courbet.
O papel ficou parecido com uma folha de 300g, o que me deixou bem curiosa para fazer um novo teste com alguma técnica aguada ou com bastante tinta, porém a folha ficou quebradiça e com poupa resistência. Isso foi suficiente pra me deixar intrigada com a técnica, e ir estudar sobre o assunto, a ponto de me fazer comprar um curso sobre o assunto (https://bit.ly/343VZSr)
A ideia é fazer um tutorial fácil e acessível, tanto das gambiarras que usei, quanto do papel em si; então aguardem os próximos posts e deixe o seu comentário!

Beijo,
Lina.


Sobre quem escreve
Oi! Me chamo Lina. Sou diretora de arte, artista visual, crocheteira, bordadeira, mamãe de três nenéns e um gatinhos...Ufa! Enfim, um verdadeiro canivete suíço! Levo o empoderamento feminino das mulheres ao meu redor como projeto de vida. Para conhecer mais sobre o meu trabalho acesse:




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