Marca com Identidade
- Lina Lobo
- 12 de jul. de 2017
- 2 min de leitura

Qual é o limite que separa a voz de uma marca de um posicionamento oportunista?
A nossa geração se sente cada vez mais à vontade para se posicionar em relação a diferentes assuntos, sendo comum serem parciais, sutilmente ou não, e é normal que cada dia mais vermos marcas se posicionando no mercado: marcas veganas, a favor dos direitos LGBTs, marcas feministas.
E você, cara empreendedora, pensando: “Será que devo usar minha marca para me posicionar? Será que se fizer isso vou perder clientes?”. E sou dessas que responde com outra pergunta: Você se sentiria à vontade vendendo seus produtos ou serviço para alguém assumidamente racista ou homofóbico?
Acredito que cada marca tem uma vocação e que antes de se posicionar em relação aos assuntos que estão em pauta, precisam refletir sobre como elas podem contribuir para essa discussão e para o momento. Não acredito, como profissional de Branding, em uma cultura de marca oportunista que se aproveita de tendência para se projetar superficialmente.

Também vejo que essas questões de ética, questões ambientais, morais e sociais fazem parte da nossa existência. A partir do momento em que uma marca nasce, ela precisa estar aberta para rever o tempo todo sua posição em relação ao mundo.
O Branding tem o papel de orientação e construção de uma cultura de marca. Ele precisa falar as verdades, doa a quem doer. Isso é um processo orgânico e de evolução sempre. O limite entre a personalidade e um posicionamento oportunista é fácil de saber. Quem tem o que dizer fica, por que é sólido e forte. Quem não tem morre naturalmente.
Beijo,
Lina.


Sobre quem escreve
Oi! Me chamo Lina. Sou diretora de arte, artista visual, crocheteira, bordadeira, mamãe de três nenéns e um gatinhos...Ufa! Enfim, um verdadeiro canivete suíço! Levo o empoderamento feminino das mulheres ao meu redor como projeto de vida. Para conhecer mais sobre o meu trabalho acesse:





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